20 jul Proteína na alimentação do idoso
A proteína está envolvida numa série de funções vitais do organismo humano como a formação de células de defesa, crescimento e reparo dos tecidos, transmissão de impulsos nervosos, reações enzimáticas e os diversos processos para realizar cada função que uma célula exige. Por isso a proteína é considerada um nutriente nobre.
No envelhecimento a proteína tem a função de manter a saúde muscular e óssea, e idosos podem precisar de uma quantidade maior devido a dificuldade no processamento e aproveitamento dessa proteína devido a digestão, absorção e metabolização pelo organismo que pode estar prejudicada por esses fatores e também pela mastigação prejudicada por uso de próteses ou a falta dos dentes.
Cada caso deve ser analisado, e se a alimentação não suprir a necessidade diária recomendada, a utilização de um suplemento que possa suprir uma possível deficiência deve ser considerado.
Diversos estudos demonstram que a ingestão diária adequada de proteína, está associada a melhor densidade mineral óssea, menor taxa de perda óssea, manutenção e ganho de massa magra e força muscular.
A quantidade a ser suplementada deve ser orientada por profissional médico ou nutricionista. Mas antes de tudo é necessário conversar e ver a necessidade de suplementação ou somente fazer um reajuste na alimentação diária.
A dose indicada deve ser respeitada e o consumo correto é fundamental para o sucesso do tratamento.
Teresa Bello – Nutricionista
CRN10 – 0407